A economia criativa como aliada fundamental para a comunicação das marcas

Você já deve ter reparado que, nos dias de hoje, não se fala mais em comunicação ou publicidade sem que falemos de moda, design, música, gastronomia, arte e, ainda mais recentemente, de games ou conteúdo. Ou seja: não se fala mais em comunicação sem que mencionemos a importância da tal economia criativa.

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Não que a economia criativa não existisse antes de ser adotada com toda força pela publicidade; acontece que, com o crescimento e a consolidação dos meios digitais – em suma, a internet –, essas disciplinas criativas, que ficavam limitadas aos seus nichos, às suas "cenas" e aos seus entusiastas, passaram a ganhar espaço, rápida e merecidamente, no cenário da comunicação, do entretenimento e até mesmo da informação.

A tecnologia também contribui diretamente para essa nova perspectiva. Afinal, ela permite dar vida às boas ideias, participar de iniciativas em outros territórios, compartilhar projetos e se relacionar com grupos que têm os mesmos valores.

Nesse post, você vai saber mais sobre o conceito de economia criativa, quais as vantagens de incorporá-la às estratégias de comunicação de uma marca, como uma agência pode ajudar a incluir essa tendência no seu negócio e outras dicas relevantes. Continue a leitura.

Entenda o que é economia criativa

John Howkins, autor britânico, popularizou o termo em seu livro The Creative Economy, onde explica que economia criativa é a base para geração de recursos de valor no século 21, fundamentada na criatividade, colaboração e inovação, ao invés dos ideais de recursos de valor que fundamentaram a manufatura nos séculos 19 e 20, pautados na tríade terra, trabalho e capital.

A economia criativa leva em consideração novos processos de criação, produção e distribuição de conteúdos, produtos e serviços de um jeito bem diferente do convencional. Não existe restrição quanto às áreas de atuação.

Exemplos de adoção dessa prática estão por toda a parte, sobretudo no universo digital: a explosão da cultura youtuber, dos conteúdos faça você mesmo, de marketplaces de inovação como Kickstarter, entre tantos outros.

Economia criativa no mundo da comunicação e do markerting

As agências digitais foram as primeiras a identificar esse fenômeno, assim como foram as primeiras a buscarem formas de trazer esse universo super dinâmico e criativo para dentro de suas estratégias de comunicação para clientes. E a Ginga esteve sempre na frente desse movimento.

Desde quando adotou, há quase 10 anos, a street art para montar, junto à uma grande incorporadora, a maior galeria de arte à ceu aberto do mundo, até os dias de hoje, quando trouxe os games (e todo o universo criativo que os cerca) para a comunicação institucional da Vivo, a Ginga vem se mantendo sempre atenta à esse movimento, identificando novas frentes criativas e dando a elas seu devido valor enquanto ferramenta de renovação e dinamismo constante para as marcas que cuida.

E não estamos falando de uma tendência ou de um modismo passageiro. Muito menos estamos propondo uma nova modalidade de comunicação. O que está em jogo aqui é um verdadeiro movimento de reinvenção da comunicação das marcas (e, por consequencia, das agências responsáveis por essa comunicação) em um mundo onde os consumidores – sejam de produtos, de informação ou de conteúdo – se tornaram protagonistas bem-informados e super conectados. Sempre sustentamos a máxima de que "ninguém é obrigado a ver publicidade", principalmente quando falamos de internet e redes sociais, e sempre acreditamos que a publicidade pode (e deve) ser uma continuidade da experiência de consumo que as marcas propõem às pessoas.

Entender esse movimento de conexão entre a criatividade das marcas e suas agências e o potencial criativo de seus consumidores enquanto protagonistas da era da informação é a chave que vai abrir a cabeça dos profissionais de marketing e comunicação para um mundo onde não existe mais simples emissores e receptores; vivemos em um verdadeiro cruzamento de milhares de vias onde a criatividade, a inovação e o empreendedorismo são as avenidas principais.

Uma equipe de millenials para entender os consumidores dos dias de hoje

As agências tradicionais passaram muito tempo sem entender que existia um mundo gigantesco de criatividade fora dos formatos padrão de TV, revistas ou festivais, mas as agências digitais, mais jovens e mais abertas para as novidades, nunca perderam a economia criativa de vista. Ou melhor: sempre tiveram a economia criativa como sua maior inspiração e motivação.

As equipes criativas tradicionais, que no mercado publicitário sempre se limitaram a redatores e diretores de arte, hoje foram substituídas por uma nova geração de criativos/consumidores (ou vice-versa) que não se deixam enganar por discursos que não estejam sintonizados com suas realidades. São designers, músicos, youtubers, gamers, trend-hunters, gente que veio do mundo das artes, do cinema, da moda ou da literatura que, por conhecerem a riqueza desses universos, querem trazer esse valor para seu trabalho e para suas vidas.

E aqui na Ginga não é diferente. Hoje, as equipes criativas que tocam o dia-a-dia de contas como Vivo, Vigor, Burger King, Bacardi e tantas outras são compostas por uma geração que considera a comunicação como parte integrante da experiência de consumo, daí a importância que dão para a perfeita integração entre os elementos da economia criativa e o dia-a-dia de sua produção criativa. Assim, por exemplo, receitas gastronômicas (um assunto que os millenials amam), viram stories no Instagram (uma mídia que dominam como ninguém) para marcas como Queijos Faixa Azul, sem maiores dificuldades. Muito pelo contrário; é o movimento natural das coisas, é assim que deve ser.

Ao trazer os elementos da economia criativa para dentro da agência e das estratégias de comunicação das marcas, não estamos simplesmente nos apropriando de movimentos e oportunidades; estamos criando novos vínculos, novas conexões e novas frentes de trabalho, abrindo o caminho para uma nova publicidade muito mais rica e cheia de possibilidades.

A nossa cara, a cara dessa geração e, porque não dizer, a cara da Ginga.


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